ESTACAS TROCADORAS DE CALOR PARA
CLIMATIZAÇÃO SUSTENTÁVEL DE ESTRUTURAS


EMENTA
Sistemas superficiais de energia geotécnica, estacas trocadoras de calor, perfurações trocadoras de calor, tubos trocadores de calor, circuitos primários e secundários, bombas de calor geotérmicas, taxas de calor, condutividade térmica e demais variáveis térmicas, estado atual do conhecimento sobre sistemas trocadores de calor, casos históricos, vantagens e uso da geotermia no brasil, e concepções gerais desta “nova” tecnologia para climatização sustentável de superestruturas.
 
CARACTERÍSTICAS GERAIS E PÚBLICO
Trata-se de um curso geral, informativo, sobre todo o conhecimento atualmente disponibilizado em publicações recentes sobre o assunto (sendo a maioria de revistas internacionais com menos de 5 anos), e além de publicações, livros e standards sobre técnicas/práticas de uso desta tecnologia. Não objetiva ensinar o aluno a projetar sistemas integrados de trocadores de calor (circuito primário, secundário e bombas), porém a ter um entendimento geral de todas as distintas facetas do uso da geotermia como uma alternativa à troca de calor, e à consequente climatização de superestruturas da engenharia civil, em suas distintas áreas. Versa sobre uma tecnologia que é praticamente desconhecida ou usada na América do Sul, e ainda amplamente ignorada e não explorada no Brasil. Apresenta o sistema, os conceitos gerais, o desenvolvimento teórico e matemático, e como o projeto é concebido. Versa sobre distintas questões ainda não solucionadas na área acadêmica, como problemas de saturação térmica, modelos numéricos comerciais, etc.
É voltado principalmente a alunos do curso de engenharia ambiental, como módulo optativo, servindo também a alunos do curso de engenharia civil ou de arquitetura, como complementação de seu conhecimento profissional no domínio conexo. Abre espaço também para que alunos interessados atuem em etapas posteriores de sua vida profissional como pesquisadores desta tecnologia (mestrado ou doutorados acadêmicos), ou como implementadores da tecnologia em obras sustentáveis futuras (projetos da vida prática). Fornece, portanto, as bases gerais de conhecimento, discussão, e amplitude do uso da tecnologia, vantagens e limitações, e problemas e dificuldades de implementação, para que o egresso possa discutir e interagir com as poucas empresas atuais detentoras da tecnologia (estrangeiras). Amplia também o leque de opções de ideias e diretrizes em eventuais novas empresas tipo “júnior” da Universidade.

 

Ementa completa clique aqui.

Estão abertas as inscrições para tutoria do ENC.

 

O programa tem por objetivo auxiliar os calouros de Engenharia Civil e Ambiental que estão fazendo as matérias de Cálculo 1 e Física 1 por meio de encontros semanais de 2 horas com alunos veteranos dos cursos.

 

Os tutores ganham créditos pela participação no programa e os tutorados recebem ajuda pra passar nas matérias!

 

Inscrição *tutor(a)*: https://bit.ly/33aPWfK

 

Inscrição *tutorado(a)*: https://bit.ly/2D60Okz

A primeira etapa, que ainda não tem data definida, será por meio remoto e só depois os estudantes voltarão às aulas presenciais

 

Nesta quarta-feira, o Minstério da Educação (MEC) anunciou internet gratuita para os estudantes de baixa renda das instituições federais de ensino superior e técnico. Também divulgou o Protocolo de Biossegurança para o retorno presencial às aulas.

Inicialmente, a recomendação é que as atividades aconteçam de forma remota. O MEC não define a data para a volta as aulas.

Durante coletiva, em Brasília, o secretário de Educação Superior Wagner Vilas Boas afirmou que o documento é uma orientação.

Para o retorno presencial, as orientações para evitar a disseminação do coronavírus são parecidas com a já adotadas na reabertura de estabelecimentos comerciais, como a aferição da temperatura, uso de máscaras, distanciamento de pelo menos 1,5 metro entre as carteiras.

No caso de estudantes de grupo de risco, a Instituição deve considerar a adoção de estratégias para reposição das atividades, após o fim da pandemia.

O trabalho remoto para servidores do grupo de risco deve ser considerado.

O documento não prevê testagem de funcionários e alunos nas orientação.

Por um período, institutos federais e universidades vão ter que alternar ensino presencial e a distância.

Para garantir a conectividade à estudantes de baixa renda o Mec anunciou que vai oferecer acesso à internet gratuita para os alunos das instituições federais.

Os alunos serão classificados a partir da renda familiar. A previsão do ministério é que o serviço seja oferecido inicialmente para 400 mil pessoas.

O secretário-executivo do MEC, Antonio Paulo Vogel, explica que não é internet livre pro aluno usar como quiser. Universidades e institutos federais indicarão os sites e sistemas que devem ser liberados.

A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) será responsável pela implantação do sistema de acesso. Segundo Nelson Simões, diretor-geral da RNP, a exepectativa é licitar dia 15 de julho e disponibilizar o acesso no início de agosto.

Perguntado sobre como atender alunos de areas ruais sem acesso a sinal de telefonia, o diretor-geral da RNP disse não ter resposta, mas sinalizou algumas possibilidades.

Atualmente a rede federal de ensino é formada por 69  universidades federais e 41 Institutos federais de ensino técnico.

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